Os Jogos Cooperativos têm sido considerados uma importante proposta para Educação Física escolar. Acreditando nessa proposta o Professor de Educação Física Marcos Moraes trouxe uma equipe do Sesc Ramos para desenvolver uma série de atividades com nossos alunos.
Foi um dia ótimo!
Visita do Sesc Ramos na nossa Escola
Dia do Diretor Escolar
Hoje não é somente mais um simples e comum dia do ano, mais um dia especial e que não pode passar em branco.
Hoje é dia de reconhecer todo trabalho e empenho de pessoas que estão a cada dia tentando fazer com que o futuro de cada um dos alunos se torne melhor. Dia de reconhecer o trabalho de quem busca criar um ambiente que favoreça o bom desenvolvimento dos trabalhos que cada funcionário deve desempenhar. Dia de valorizar quem cuida do administrativo sem deixar as questões pedagógicas de lado.
Nesta data especial temos a oportunidade de parabenizar nossas Diretoras, Professora Celina Santos e Professora Fabiana, com o devido carinho e respeito, agradecendo por tudo de bom que fazem por nossa escola e, consequentemente, por toda a nossa comunidade.
Parabéns! Que a felicidade desse dia se prolongue por toda a vida de vocês.
Trabalhando com porcentagem
Recontar histórias é bom. Bom demais!!!!!
A Professora Arlene propôs que os alunos de sua turma CE01 relatassem o que ouviram no conto "Como surgiram as estrelas" e registrou as falas dos alunos no blocão.
Ficou muito bom!
Era uma vez, no mês de janeiro, muitos índios. E ativos: caçavam, pescavam, guerreavam. Mas nas tabas não faziam coisa alguma: deitavam-se nas redes e dormiam roncando. E a comida? Só as mulheres cuidavam do preparo dela para terem todos o que comer. Uma vez elas notaram que faltava milho no cesto para moer. Que fizeram as valentes mulheres? O seguinte: sem medo enfurnaram-se nas matas, sob um gostoso sol amarelo. As árvores rebrilhavam verdes e embaixo delas havia sombra e água fresca. Quando saíam de debaixo das copas encontravam o calor, bebiam no reino das águas dos riachos buliçosos. Mas sempre procurando milho porque a fome era daquelas que as faziam comer folhas de árvores. Mas só encotravam espigazinhas murchas e sem graça.
- Vamos voltar e trazer conosco uns curumins. (Assim chamavam os índios as crianças.) Curumim dá sorte.
E deu mesmo. Os garotos pareciam adivinhas as coisas: foram retinho em frente e numa clareira da floresta - eis um milharal viçoso crescendo alto. As índias maravilhadas disseram: toca a colher tanta espiga. Mas os garotinhos também coleram muitas e fugiram das mães voltando à taba e pedindo à avó que lhes fizesse um bolo de milho. A avó assim fez e os curumins se encheram de bolo que logo se acabou. Só então tiveram medo das mães que reclamariam por eles comerem tanto. Podiam exconder numa caverna a avó e o papagaio porque os dois contariam tudo. Mas - e se as mães dessem falta da avó e do papagaio tagarela? Aí então chamaram os colibris para que amarrassem um cipó no topo do céu. Quando as índias voltaram ficaram assustadas vendo os filhos subindo pelo ar. Resolveram, essas mães nervosas, subir atrás dos meninos e cortar o cipó embaixo deles. Aconteceu uma coisa que só acontece quando a gente acredita: as mães caíram no chão, transformando-se em onças. Quanto aos curumins, como já não podiam voltar para a terra, ficaram no céu até hoje, transformandos em gordas estrelas brilhantes.
Mas, quanto a mim, tenho a lhes dizer que as estrelas são mais do que curumins. Estrelas são os olhos de Deus vigiando para que corra tudo bem. Para sempre. E, como se sabe, "sempre" não acaba nunca.
Clarice Lispector (Como nasceram as estrelas - Doze lendas brasileiras - 2000, Ed. Rocco)



















